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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

TIM tem a Internet mais rápida do Brasil !!!???

Banda Larga

Confesso que fiquei muito surpreso ao ver a notícia do Clube do Hardware, que diz o seguinte:

Netflix aponta as operadoras de internet mais rápidas no Brasil 
De acordo com aferição da Netflix, em setembro deste ano, a operadora com velocidade de internet mais rápida no Brasil é a TIM, com velocidade média de 3,39 Mbps, seguida pela GVT, com 3,34 Mbps. 
Logo depois vem a NET Virtua, que possui 2,79 Mbps de velocidade, e a Algar, que tem 2,26 Mbps. As últimas colocadas são a Oi e a Telefônica, com 1,63 Mbps e 1,57 Mbps, respectivamente. 
Segundo a Netflix, esses índices são os maiores de todas as operadoras desde maio de 2014. 
Mais informações:
http://nflx.it/1j1KImI
É ou não é surpreendente que uma empresa aparentemente moribunda consiga um feito como esse?
Você concorda comigo ou acha normal o resultado verificado pela Netflix ?

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

10 ferramentas de gerenciamento de redes e infraestrutura que todo sysadmin devia conhecer (a 6ª me surpreendeu!)


Custos é uma solução livre que agrega vários softwares, oferecendo recursos de monitoramento de aplicações, serviços e rede, com destaque para monitoramento da segurança através de testes de penetração
1 - Custos é uma solução livre que agrega vários softwares, oferecendo recursos de monitoramento de aplicações, serviços e rede, com destaque para monitoramento da segurança através de testes de penetração. As ferramentas da suite incluem nmap, openvas, greenbone, arachni, DIRB, nikto, w3ap e wapiti. Essa vale a pena testar!

Verax NMS & APM é uma ferramenta de monitoramento de rede e aplicações orientada a serviço (aderente ao ITIL, aparentemente!)
2 - O Verax NMS & APM é uma ferramenta de monitoramento de rede e aplicações orientada a serviço (aderente ao ITIL, aparentemente!) e que fornece uma versão gratuita instalável para Windows (760MB!) ou em formato virtual appliance (2,8 GB). Me pareceu uma solução promissora.

NetXMS é uma ferramenta livre (yes!) que fornece recursos desejáveis para um software de monitoramento
3 - O NetXMS é uma ferramenta livre (yes!) que fornece recursos desejáveis para um software de monitoramento, como auto discovery, mapas visuais da rede, interface web, API para integração com aplicativos de terceiros e alertas para eventos.

Uptrends Infra é uma solução para monitoramento a partir da nuvem, que oferece funcionalidades para monitoramento de servidores, rede, alertas e relatórios

4 - O Uptrends Infra é uma solução para monitoramento a partir da nuvem, que oferece funcionalidades para monitoramento de servidores, rede, alertas e relatórios sem a necessidade de instalar nada. Possui versão gratuita, mas não consegui identificar as limitações.

Netrounds é um software de monitoramento de rede baseado em probes
5 - O Netrounds é um software de monitoramento de rede baseado em probes, o que significa que ele gera tráfego na sua rede, fazendo monitoramento tanto ativo como passivo, com o objetivo de medir latência, jitter e outros indicadores importantes para qualquer sysadmin. Versão gratuita limitada a duas probes.

6 - O FactFinder é uma ferramenta de monitoramento focada em aplicações, que segundo o fabricante, é capaz de identificar gargalos em aplicações, monitorando transações, identificando dependências e com suporte a vários sistemas operacionais e até mesmo na nuvem. Tem versão gratuita que pode ser utilizada em um servidor.

GotsiteMonitor é um serviço de monitoramento de sites, hosts e serviços que permite observar os tempos de resposta para seus serviços a partir de 12 pontos espalhados pelo mundo
7 - GotsiteMonitor é um serviço de monitoramento de sites, hosts e serviços que permite observar os tempos de resposta para seus serviços a partir de 12 pontos espalhados pelo mundo. Muito útil para empresas que têm clientes e/ou filiais espalhadas pelo mundo. Versão gratuita permite até 5 monitores com alerta por email ilimitado e 20 via SMS.

Express Metrix é uma solução de inventário com versão gratuita (até 1000 nós) que permite controlar o uso de software, licenças, data de compra
8 - Express Metrix é uma solução de inventário com versão gratuita (até 1000 nós) que permite controlar o uso de software, licenças, data de compra e outras informações importantes sobre os ativos da infraestrutura de TI.

Sparrow IQ é uma ferramenta para monitoramento de banda, com detalhes sobre o volume de tráfego e identificação de protocolos e aplicações
9 - Sparrow IQ é uma ferramenta para monitoramento de banda, com detalhes sobre o volume de tráfego e identificação de protocolos e aplicações. Me pareceu semelhante ao NTOP, talvez mais limitada e simples. Tem versão gratuita.

GNS3 é uma ferramenta de simulação de redes, muito útil pra quem está estudando pras certificações da Cisco
10 - A rigor, o GNS3 não é uma ferramenta de monitoramento, mas de simulação de redes, muito útil pra quem está estudando pras certificações da Cisco ou desenvolvendo algum projeto que depende de simulações de cenários de rede. Muito útil também pra professores.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Software Defined Networking e o futuro da Cisco

Software Defined Networking e o futuro da Cisco

O software comanda a rede, como já vimos aqui no blog. Obviamente, o avanço da rede definida por software (SDN) significa menos foco no hardware e mais no software, o que nos leva à pergunta: o que os fornecedores de hardware para rede estão fazendo a respeito ?

A Cisco responde. E com outro acrônimo da moda: DevOps. É bem verdade que a empresa, como era de se esperar, captou a tendência cedo, e sua linha Nexus faz sucesso em ambientes virtualizados há anos, especialmente com as soluções da VMware.

Mas isso não bastava. Por isso a gigante de San Jose (EUA) foi além, e lançou um programa para incentivar desenvolvedores a criar soluções utilizando sua API e, consequentemente, suas soluções, sejam software ou hardware.

A posição outrora consolidada da empresa sofre ameaça real de startups focadas em novos paradigmas, e o futuro vai dizer se a estratégia funcionará para manter a empresa relevante.

É meus amigos, foi-se o tempo em que trabalhar com rede não exigia tanto conhecimento sobre software. E viva a modernidade!

O que você acha de tudo isso ? Quero saber sua opinião.

Via GigaOM.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Software Defined Networking (SDN), Já ouviu falar ?

Pelo título, você certamente já percebeu que o conceito é novo, né ? Mas pode representar uma mudança muito importante na forma como projetamos e implementamos redes. Por isso recomendo ler com atenção esta tradução livre que fiz do artigo do Windows Networking.

"Se você acompanha as tendências em TI, provavelmente já ouviu falar sobre Software Defined Networking, ou SDN. E se você não está familiarizado com o termo, é uma boa aposta que você vai ouvir sobre isso em breve.

O conceito de SDN ainda está confuso, mesmo para aqueles que estão escrevendo sobre isso ou fazendo marketing sobre o assunto. Você pode ler alguns dos artigos e anúncios e ficar mais confuso do que estava antes. Eles falam sobre o "movimento" SDN e você vai ver muitas referências a OpenFlow, mas não há necessariamente explicações claras sobre o que é e como funciona. Não admira que uma pesquisa recente de empresas constatou que apenas 17% dos entrevistados disseram que compreender os detalhes do SDN, com 35% afirmando entender o básico e 48% dizendo que têm apenas "idéia geral" de que se trata.

Um bom lugar para começar a aprender sobre SDN é o site da Open Networking Foundation (ONF), que existe para ajudar a desenvolver padrões para a arquitetura SDN. A ONF iniciou seus trabalhos em 2011, mas inclui membros como Microsoft, Verizon, Google e Facebook. Há mais de 70 organizações que atualmente pertencem à fundação. Seus objetivos em torno do SDN e o mundo das redes giram em torno OpenFlow, um protocolo de código aberto projetado para viabilizar a SDN.

Mas exatamente o que é SDN, afinal? A característica chave da rede definida por software é a separação da rede virtual e da rede física, por meio de uma camada de software que esconde a topologia física das aplicações. Isso torna muito mais fácil de configurar e gerenciar redes e diminui a necessidade de hardware de rede sofisticado (e caro) (roteadores e switches). OpenFlow é a forma mais comum (mas não a única) para o plano de controle se comunicar com o plano de dados.

A ideia é que deve ser possível programar uma rede como se fosse um computador. Isso permite a personalização da rede para atender as necessidades específicas de uma organização, e os roteadores não terão que gastar tantos recursos na descoberta da topologia. Assim como a virtualização de servidores economiza dinheiro às empresas, reduzindo o número de máquinas físicas, a virtualização de redes deve resultar em redução de custos para centros de dados. SDN também trabalha em conjunto com a nuvem, fazendo comunicações mais rápidas e eficientes com recursos baseados em nuvem.

SDN irá tornar mais fácil para as empresas usar hardware produzido por diferentes fornecedores, em vez de ficar preso a um determinado fornecedor. Isso é uma coisa boa, mas também pode introduzir novos níveis de complexidade que resultam em um ambiente de rede que é mais difícil garantir a operação corretamente. Na verdade, a segurança é uma das grandes preocupações que foram levantadas em relação a SDN. Não é que a arquitetura SDN seja menos segura, mas irá apresentar novos alvos de ataque, mais obviamente o controlador da SDN. A capacidade de centralizar o controle é uma coisa boa, mas a proteção do controlador exigirá novas medidas de segurança que não são dominadas atualmente. A divisão do plano de controle e plano de dados cria a necessidade de uma nova forma de olhar para a segurança.

SDN tem o potencial de ser mais seguro, com melhor automação de medidas de segurança através da capacidade de aplicar políticas de segurança por programação em todos os níveis. Isto pode eliminar alguns dos riscos de segurança que ocorrem por erro humano. Tal como acontece com tantos cenários tecnológicos, é tudo uma questão de implementação.

SDN já está sendo implantado por algumas grandes empresas, como Google, mas também é uma tecnologia que ainda está em sua infância. Vale a pena manter um olho em como o padrão evoluirá ao longo dos próximos anos, afinal é muito provável que, mais cedo ou mais tarde, SDN vai estar numa rede perto de você.

Por Debra Littlejohn Shinder, MVP"

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