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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Google cataloga mais de 400 apps pro chromecast

Apps para chromecast

Como já mencionamos aqui, o Chromecast é mais que um gadget, sendo uma plataforma para aplicações diversas cujas possibilidades são ampliadas a cada dia.

Em mais uma prova do crescimento do "ecossistema chromecast", a Google passou a catalogar as aplicações compatíveis com o dispositivo, e a lista já conta com mais de 400 itens, classificados de acordo com a plataforma (iOS, web ou Android).

Confira a lista completa no site do chromecast.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Roku vs Chromecast vs Apple TV: quem vai ganhar sua sala de TV ?


Como já noticiamos aqui desde 2009, a tendência de substituir a TV a cabo pela TV via Internet segue forte, e já se desenham alguns dos concorrentes de peso neste mercado promissor que é a nossa querida sala de estar.

Para minha surpresa, a briga não se restringe a Google e Apple, sendo o Roku o aparelhinho mais vendido nos EUA em 2013, com 8 milhões de unidades, enquanto Google e Apple venderam, respectivamente, 3,8 e 2 milhões de chromecasts e Apple TVs. Surpreendente, não ?

Pena que o Roku, que alega oferecer mais de mil canais a mais que a concorrência, ainda não esteja disponível no Brasil. A briga promete!

Via GigaOM.


terça-feira, 10 de junho de 2014

Computadores totalmente sem fios em 2016


O Clube do Hardware informa que a Intel planeja computadores totalmente sem fio em 2016. Já não era sem tempo, acho sinceramente que passou da hora de investir mais neste tipo de tecnologia sem fio, e acredito que existam alguns desafios tecnológicos a superar ainda, pois a absurda quantidade de cabos que temos que lidar atualmente é simplesmente inaceitável.

Vejamos as informações do CdH:

Intel planeja eliminar todos os cabos externos de computadores em 2016 
A Intel apresentou proposta, durante a Computex 2014, em Taiwan, de eliminar todos os cabos externos de computadores em 2016. 
O planejamento da Intel é utilizar a tecnologia WiGig, que garante transferência de dados de até 7 Gbps. Com a tecnologia, um monitor ou outros dispositivos, ao entrarem no alcance do sistema, são automaticamente conectados. 
Já para eliminar os cabos de alimentação, a Intel pretende usar a tecnologia Rezence, que possui mecanismo de carregamento por ressonância magnética, e está sendo desenvolvido em parceria com a Alliance 4 Wireless Power. O sistema Rezence pode ser instalado debaixo de uma mesa, por exemplo, e é capaz de realizar recargas com até cinco centímetros de madeira, sem limitações em relação ao número de aparelhos. 

A Intel revelou que pretende adotar toda essa tecnologia em 2016 e que empresas como Dell, Fujitsu, Lenovo, Logitech, Panasonic, Asus e Toshiba também estão trabalhando em conjunto com a Alliance 4 Wireless Power para adotar o sistema.

Mais informações:
http://cbsloc.al/1pUypvO

terça-feira, 29 de abril de 2014

Cérebro num chip: ficção científica ou realidade ?


Que tal um chip com 16 núcleos de computação capaz de simular a atividade equivalente a 1 milhão de neurônios e um bilhão de sinapses ? Incrível, não ?

Este chip existe (pelo menos o protótipo), e se chama NeuroGrid. De acordo com o pessoal de Stanford responsável pelo projeto, é até 9000 vezes mais rápido que PCs convencionais, e vai permitir ampliar muito as possibilidades dos sistemas embarcados.

Além disso, o chip é muito econômico em termos de energia, e foi desenvolvido a partir da modelagem do cérebro humano. E é aí que está o problema.

Programar este tipo de componente requer (até agora, pelo menos) um neurocientisca com conhecimento sobre o funcionamento do cérebro e capaz de traduzir isto em código. Os pesquisadores estão trabalhando em compiladores e outras ferramentas que possam simplificar a programação do componente e viabilizar seu uso por programadores "normais".

O custo também é um problema (U$ 40 mil cada protótipo), mas sabemos que isso é mera questão de tempo, uma vez que o projeto se torne viável.

Acredito que o uso deste tipo de componente em dispositivos "vestíveis" (wearable) vai transformar a maneira como percebemos o mundo. A ficção científica e a realidade se aproximam rapidamente.

Via GigaOM.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Chromecast, mais que um hardware, uma plataforma de aplicações e serviços ?


Se você acha que o Google Chromecast não passa de mais um hardware daqueles que compramos na empolgação do momento, pela novidade, mas depois se torna rapidamente obsoleto e cai em desuso, pense melhor.

Com o recente lançamento do SDK pela Big G, o pequeno hardware deixa de ser um simples "mimo", na medida em que a oferta de apps com suporte ao dispositivo pode crescer exponencialmente nos próximos meses.

Especialistas vislumbram uma infinidade de oportunidades para aplicações que possam fazer bom uso de uma segunda tela, o que imediatamente nos remete a games, o que já seria um mercado enorme a ser explorado. Mas há mais, muito mais.

Vejamos se o futuro próximo vai confirmar a expectativa de uma enxurrada de apps de streaming para todo tipo de mídia com suporte ao chromecast. E quem sabe algumas apps fazendo um uso diferente, talvez mais ousado e surpreendente do recurso.

Já estou ansioso pra ver o que vem por aí.

Via GigaOM.

Parceria Google e VMware pode abalar gigantes como Amazon e Microsoft



A notícia de que Google e VMware estabeleceram uma parceria que pode alavancar os Chromebooks no mercado corporativo, através da oferta Desktop as a Service, não deve ter sido bem recebida em Seattle, muito menos em Redmond.

Tanto Google quanto VMware querem expandir suas ofertas de serviços na nuvem. Enquanto a Google busca um meio de aumentar seu alcance no mercado para o (encalhado?) Chromebook, a VMware precisa ampliar sua clientela para os serviços de desktop remoto.

A solução encontrada foi unir forças e ofertar acesso a um ambiente compatível com Windows através do hardware de Mountain View com o software de Palo Alto. Algo que pode abalar gigantes como Amazon e Microsoft.

Será que estamos vendo a nova versão do "gigantopólio" um dia formado por Microsoft e Intel na parceria conhecida como "Wintel" ?

Via GigaOM.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Hotspot wifi, 4G e projetor da ZTE








Que tal um projetor com tela touch de 4 polegadas, e que ainda permite conectar até 8 dispositivos via wifi e acessa redes 4G ?
Este é o ZTE Hotspot Projector, que roda Android 4.2 e tem conexão HDMI pra completar o pacote.
O preço ? Tentei, mas não consegui descobrir. É aguardar pra ver.

Via Daily Wireless.


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terça-feira, 26 de novembro de 2013

O verdadeiro custo do PS4, segundo o Clube do Hardware

O Clube do Hardware traz informações bastante esclarecedoras sobre os custos do PS4. E a conclusão é clara: não há imposto que justifique o preço! Confira os detalhes abaixo.
Sony Equilibra Custos de Hardware no PlayStation 4

O novo PlayStation 4 da Sony tem componentes e custos de produção inferiores ao preço, fato que contribui para a empresa atingir rapidamente a rentabilidade sobre as vendas, de acordo com o IHS.

Segundo o IHS, a custo de material para o PlayStation 4 equivale a US$ 372, porém, com a despesa de fabricação o valor aumenta para US$ 381, US$ 18 menos do que os US$ 399 do preço de venda do console nos Estados Unidos. No entanto, com outros gastos, a Sony inicialmente não obtém lucro nos consoles vendidos mas, devido ao baixo valor dos materiais e o declínio dos custos de hardware, a empresa provavelmente atingirá rentabilidade no futuro.

O PlayStation 4 é mais econômico do que a versão CECH-2001A do PlayStation 3 de 2009, que tinha custo de material e de produção de US$ 336, com preço de venda a US$ 299, observou o IHS.

Os componentes mais caros do Playstation 4 são o processador e a memória, que juntos custam US$ 188, pouco mais de 50% do valor dos materiais do console. Além disso, no PlayStation 4, a Sony integrou as funções do processador e do chip gráfico, afirmou o IHS.

"A Sony decidiu equilibrar a economia do console com o processador e a memória. O chip tem cerca de 350 milímetros quadrados, três vezes maior do
que qualquer outro chip fabricado usando a tecnologia de processo equivalente", disse Jordan Selburn, analista sênior principal para as plataformas de consumidor no IHS.

O processador usado é um AMD “Jaguar” de oito núcleos e um chip gráfico integrado, custando US$ 100, conforme estimativa do IHS, contra os US$
83,55 dos chips da IBM e NVIDIA usados no PlayStation 3. O custo da memória é cerca de US$ 88 contra apenas US$ 9,80 no PlayStation 3. O
aumento do custo é devido à adoção de memória GDDR5 no PlayStation 4.

De acordo com informações do IHS, a maior redução de custos está na unidade óptica, de US$ 66 do PlayStation 3 para US$ 28 no PlayStation 4. A
Sony cortou mais US$ 10 no custo dos materiais usando um design mais global e integrado para o PlayStation 4. O custo total dos dispositivos foi de US$ 40 na PlayStation 4, contra US$ 50,23 do PlayStation 3. Há também redução de US$ 5 na parte mecânica do projeto, incluindo gabinetes e conteúdo eletromecânico.

O IHS concluiu informando que o disco rígido do PlayStation 4 é US$ 1 mais barato do que o do PlayStation 3, apesar do aumento na capacidade de 120 GB para 500 GB. Tal redução reflete o declínio dos custos de discos rígidos nos últimos quatro anos.

Todo esse detalhamento torna as desculpas dadas pela Sony Brasil em relação ao valor sugerido do PlayStation 4 para o mercado brasileiro (R$ 4.000) ainda mais implausíveis, mostrando claramente que, ao contrário do que afirma a Sony, a empresa não tem prejuízo com o console.

Mais informações:
http://bit.ly/1hZfdN8


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sábado, 23 de novembro de 2013

Safeplug, o appliance anti-NSA!

Que tal um dispositivo que oferece criptografia, navegação anônima (quase sempre) e ainda bloqueia propaganda ? É isso que propõe o Safeplug, da Pogoplug, empresa conhecida por "appliances pessoais" para armazenamento de dados na nuvem e streaming de mídia.

O equipamento nada mais é que um computador estilo nettop, com Linux embarcado e Tor instalado. 

Sabendo disso, surge automaticamente o questionamento quanto ao desempenho. Qualquer um que já tenha usado proxy, em especial os que prometem "anonimizar" a conexão, como o Tor, sabe que a degradação de desempenho pode ser bastante significativa.

Mesmo com limitações, acho que, em tempos de NSA, Snowden, PRISM e assemelhados, seria questão de tempo as iniciativas deste tipo. Além disso, o preço de U$ 49,00 torna o equipamento até atraente, diante do benefício de reduzir bastante a chance de bisbilhotagem de sua navegação.

E vocês, o que acham da idéia de um "appliance pessoal anti-NSA" ?


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domingo, 14 de julho de 2013

#FISL14: Monitorando Datacenter com Arduino (gastando menos de R$ 200,00)

A palestra do Aguinaldo Bezerra, de Natal, que trabalha na Barreira do Inferno, e que tive a satisfação de conhecer e trocar algumas informações valiosas sobre software livre, foi bem interessante.

Estruturada, objetiva e útil são adjetivos que julgo bem adequados pra descrever a apresentação dele que, muito bem organizada, apresentou o que deveria ser mais comum numa região tão carente quanto o nordeste: soluções criativas para problemas comuns.

Ele mostrou que é possível contornar problemas típicos da região (carência de fornecedores, dificuldade em adquirir determinadas soluções, especialmente no governo) de forma inteligente e efetiva.

A solução consistiu em adquirir uma placa Arduino, sensores e outros componentes que permitiram desenvolver uma "solução caseira" para monitorar temperatura, umidade, energia e até presença (a partir de informações de luminosidade) no datacenter.

A apresentação na íntegra está no site do FISL: http://hemingway.softwarelivre.org/fisl14/high/41f/sala41f-high-201307060958.ogg.

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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Ultrabook/Notebook AMD, Core i3, i5 ou i7 ?

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Estou pesquisando opções de ultrabook/notebook para montar um "lab on a chip" (será que inventei o termo ?), e tive algumas dúvidas, principalmente sobre a possibilidade de que um sistema com o processador Intel core i5 fosse suficiente, por isso resolvi buscar mais informações sobre o assunto, e o resumo do que encontrei segue abaixo.

Core i3 - uso "doméstico" (acessar a web e executar programas de escritório, embora possa servir pra jogos com uma boa placa de vídeo)

Os processadores Intel Core i3 3220-3240 são dual-core, construídos em processo de fabricação 22nm, têm Hyperthreading, mas não têm Turbo Boost. Trazem processador gráfico embutido, a maioria deles HD Graphics 2500 (exceto a 3225 que tem HD Graphics 4000).

Core i5 - uso "profissional" (execução de aplicações mais pesadas - 3D, edição de vídeo e execução de máquinas virtuais, com limitações)

Os modelos do processador Intel Core i5 3330-3570 são quad-core, construídos em processo de fabricação 22nm (melhor eficiência de energia), têm a tecnologia Turbo Boost, mas não Hyperthreading. Trazem processadores gráficos HD 2500 e 4000.

Core i7 - uso "hard" (execução de aplicações realmente exigentes - 3D, edição de vídeo, virtualização e jogos em resolução máxima)

Os modelos atuais do Intel Core i7 compreendem duas linhas de produtos diferentes, e assim exigem motherboards diferentes e têm diferentes capacidades. O Core i7 3770 geralmente se encaixa nas placas-mãe do i3 e i5, é construído com o processo de 22nm, tem quatro núcleos, Hyperthreading, Turbo Boost e HD Graphics 4000. Também é relativamente barato quando comparado a outros modelos i7.

Os modelos Core i7 3820-3970 podem ser de quatro núcleos ou seis núcleos, construídos em processo de 32nm, têm Hyperthreading e Turbo Boost, mas não têm placa gráfica embutida.

AMD

Encontrei alguns testes com processadores AMD, especialmente a linha FX, mas eles são entre 10 e 20% mais lentos que os Core i7. Pode valer a pena se não quiser gastar muito e não precisar de tanto desempenho, mas só encontrei um modelo de notebook AMD FX no Buscapé. Em compensação, custava menos de R$ 2 mil.

Conclusão

Pelo que vi dos testes e análises que li, a 3ª geração de processadores da Intel, "Ivy Bridge", não acrescenta muito em termos de desempenho, trazendo apenas pequenas melhorias, por isso pode valer a pena comprar um processador Sandy, especialmente se o preço for convidativo.

O modelo Core i7 3770 representa a melhor opção em termos de custo/benefício se você precisa de alto desempenho, mas o preço é salgado, em torno de R$ 3 mil. Se não tiver esta grana, melhor tentar um Core i5, especialmente se for usar pra jogar, pois aí é mais importante uma placa de vídeo de alto desempenho que um processador.

Se for usar para testes, montar um lab (meu caso), melhor caprichar na memória e no HD, pois máquinas virtuais exigem muito espaço. Estou pensando num Core i7 ou i5 com 8 GB de RAM e 750 GB a 1 TB de HD, se possível com um SSD de 24 ou 32 GB pra "acelerar", mas aumenta bastante o custo.

Bom, é isso. Espero que as informações sejam úteis.

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