quinta-feira, 28 de julho de 2011

14 extensões que vão transformar sua experiência de uso do #Google+

Fiz um levantamento de extensões que podem ser úteis aos usuários da nova rede social da Google, e compilo aqui meus achados. Já vou avisando que não testei a grande maioria das extensões, portanto use por sua conta e risco. Mas pode usar os comentários aqui para deixar sua opinião, será muito útil para todos! Há extensões para chrome (maioria) e firefox.
  • Surplus: permite usar um popup para postar e responder, ativa notificações integradas e é capaz de alternar entre contas;
  • Photo Zoom:  permite fazer o que o nome sugere, ou seja, ampliar fotos;
  • Quer "desgostar" de um post ? A extensão -1 (Minus One) resolve o problema;
  • Notification Count: facilita a identificação dos novos posts, diretamente na barra do nagegador;
  • Responder e mais: acrescenta as opções de responder ao autor ou mencioná-lo na resposta, entre outros melhoramentos;
  • +Comment Toggler: oculta automaticamente todos os comentários em posts e permite visualizá-los se e quando necessário;
  • +Everything: inclui a barra do g+ em todos os sites que você visita;
  • Plus One Anything: acrescenta um botão "+1" no navegador, permitindo compartilhar qualquer site no g+;
  • Move Your Photos: permite migrar as fotos do facebook para o g+, mas é tenha sido bloqueada pelo facebook (não pude testar);
  • Helper for Google+: acrescenta uma opção para retuitar e traduzir posts do g+, entre "otras cositas";
  • Start G+: permite postar automaticamente para facebook e twitter a partir do g+;
  • Google+Facebook: integra a stream do facebook ao g+, permitindo acessá-los "quase" juntos;
  • Google+ Refined: faz ajustes na interface do g+ para deixá-lo mais agradável;

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Buscapé na hora, o seu auxiliar pra pesquisar preços na web

Não, isso não é propaganda! Não estou recebendo nenhum trocado do Buscapé. Esta extensão (Firefox e Chrome) foi uma dica do colega Willian que resolvi compartilhar com vocês, pois pode ser muito útil. Quando você acessar a página de qualquer produto em uma loja, como o Submarino ou Americanas, ela automaticamente entra em ação e traz o preço daquele produto em outras lojas.

Eu já usava o Invisible Hand (Firefox e Chrome), mas este só funciona na Amazon, eBay e Deal Extreme.

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terça-feira, 26 de julho de 2011

Você sabe pesquisar no #Twitter ?

Antes que o twitter morra de morte matada pelo g+, como estão dizendo por aí, é bom saber do que ele é capaz, né não ?

Pois então. Como se pode ver na imagem acima, há vários recursos de pesquisa interessantes no twitter, que muita gente pode não conhecer, então vou descrever alguns exemplos:

  • Para saber o que está "bombando" nas redondezas, o operador near pode ser muito útil, pois permite especificar o local de origem das tuitadas. Assim, buscar por "show near:"Salvador" deveria retornar o que os soteropolitanos andam comentando sobre os shows que frequentam. Digo deveria porque não consegui usar este operador com sucesso, infelizmente :( Seria possível inclusive determinar a distância máxima do local usando o operador within.
  • É possível também usar os operadores comuns de pesquisa que já mostramos antes e que podem ser usados no Google, por exemplo, como AND, OR, - (sinal de menos, também conhecido como hífen). Assim, uma pesquisa por "filme -terror" vai trazer todas as tuitadas que façam referência a filmes mas que não contenham a palavra terror, e uma pesquisa por "filme AND (ficção OR terror)" vai trazer tuitadas com a palavra filme e ficção juntas ou filme e terror juntas.
  • Outro operador interessantes é o @, que permite identificar menções a um usuário específico e saber o que andam (re)tuitando dele. Assim, uma pesquisa por @realwbonner ou @ivetesangalo permitiria saber o que estão falando de e com o apresentador do jornal nacional e com a musa do axé, por exemplo.
  • Mais operadores úteis: o to permite identificar mensagens enviadas para um usuário específico e from permite encontrar mensagens enviadas por um usuário específico. Exemplo: quer saber como andam os xingamentos e elogios ao Bolsonaro ? "to:depbolsonaro"! E o que ele anda falando ? "from:depbolsonaro".
  • Mas os operadores que mais me chamaram a atenção foram o :( e o  :), que permitem identificar atitudes positivas ou negativas em relação a determinado assunto. Assim, uma busca por "peugeot :)" vai retornar todas as tuitadas positivas sobre a marca francesa. Nos meus testes, estes operadores me pareceram um pouco "literais" demais, ou seja, as mensagens continham efetivamente as "carinhas" positivas ou negativas, e neste último caso não apareceu nenhum "#fail" nos resultados, por isso acho que estes operadores podem não ser tão eficientes quanto deveriam para monitorar marcas e produtos, por exemplo.
  • Finalmente, achei bem úteis os operadores de data, since e until, que permitem buscar tuitadas anteriores ou posteriores a uma data, respectivamente, e ainda os operadores filter:links e source, que possibilitam encontrar tuitadas que contenham links e identificar a ferramenta que originou a tuitada (tweetdeck, hootsuite, twitterfeed, etc).

É isso, espero que possam fazer bom uso dos operadores e encontrar mais facilmente aquilo ou aqueles(as) que procuram no microblog, afinal já são mais de 200 milhões de pessoas!

Antes de encerrar este post, queria comentar sobre o twitterverse, um infográfico muito bacana que mostra todo o ecossistema de ferramentas que giram em torno do twitter, o que me faz pensar que o Google+ vai ter trabalho para viabilizar todo um conjunto de apps que atendam às necessidades hoje muito bem supridas pelo twitter e seus "agregados". O que vocês acham ?

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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Padrão thunderbolt pode superar o #usb ?

O Clube do Hardware informa que a Apple acaba de lançar um monitor com interface Thunderbolt. Será que estamos diante de mais uma batalha de padrões ?

Apple lança monitor com interface Thunderbolt

A Apple lançou o seu primeiro monitor com interface Thunderbolt, um modelo
de 27” com tela LED Cinema.

Thunderbolt é um padrão de conexão desenvolvido pela Intel que utiliza
fibra óptica e que promete oferecer taxa de transferência máxima de 10
Gbps. Para você ter uma ideia, a taxa de transferência máxima do
barramento USB 3.0 é de 4,8 Gbps.

Com o Thunderbolt é possível transferir um filme Blu-Ray em menos de 30
segundos. Outra vantagem do Thunderbolt é a possibilidade de executar
vários protocolos ao mesmo tempo, permitindo conectar periféricos,
computadores, monitores de vídeo, discos rígidos, etc.

O monitor da Apple tem resolução nativa de 2560 x 1440 pixels, sensor de
luz ambiente, webcam de alta definição integrada, caixas acústicas,
conector Gigabit Ethernet, três portas USB 2.0, uma porta FireWire 800 e,
é claro, a porta Thunderbolt. O monitor deve chegar ao mercado
norte-americano nos próximos dias custando US$ 999.

Mais informações:
http://bit.ly/aSedGe

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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Inventory Snapshot permite recriar definições do #vSphere em outro host ou #VMware #vCenter

Imagine que você levou dias, semanas ou mais tempo até configurar todos os detalhes do ambiente do VMware, desde datacenters, clusters, distribuição de hosts, resource pools, etc. Não seria terrível perder tudo isso em caso de comprometimento do servidor vCenter ? E se precisasse recriar parte desta estrutura em ambiente de laboratório ? É nessa hora que o Inventory Snapshot pode ser útil.

O Inventory Snapshot é um fling, o termo usado pela VMware para indicar ferramentas desenvolvidas como laboratório, pelos engenheiros da empresa, para efeito de prova de conceito, e que podem se tornar parte da suite de virtualização no futuro. Ou não. Com ele você pode conectar ao vCenter e coletar informações do ambiente que permitirão recriá-lo se necessário. O resultado do trabalho da ferramenta é um script powershell que recria automaticamente toda a estrutura "fotografada" anteriormente, no mesmo ou em outro vCenter.

A ferramenta pode ser baixada no site da VMware, e um passo a passo do uso da ferramenta pode ser encontrado no Virtualization Admin.

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terça-feira, 19 de julho de 2011

A mudança no licenciamento do #VMware #vSphere 5

Como já informamos anteriormente, o vSphere 5 chegou com uma série de novidades. Uma delas, da qual não havia lido nada a respeito até ontem, diz respeito à nova forma de licenciamento, e deve trazer descontentamento a alguns clientes. Talvez muitos!

A mudança

O novo esquema de licenciamento mantém a cobrança de acordo com a quantidade de sockets/processadores, mas inclui uma limitação na utilização da memória, que pode variar entre 24, 32 ou 48 GB conforme a licença (Standard, Enterprise ou Enterprise Plus).

O porquê da mudança

Eu entendo a necessidade de uma mudança para manter a lucratividade e competitividade da solução, uma vez que, com o barateamento do hardware e o acréscimo de um número cada vez maior de núcleos, é fácil imaginar que os clientes necessitariam de um número cada vez menor de licenças, limitado a 2 por questões de recuperação e alta disponibilidade.

Ou seja, bastaria comprar uma licença para ter direito de usar aquele servidor com um processador com 12 núcleos e 128 GB de RAM, por exemplo, alocando facilmente 10, 20 ou até mais máquinas virtuais num único hardware. Uma segunda licença seria importante para garantir que um segundo servidor estivesse disponível em caso de falha, ou para distribuir e equilibrar a carga. Com o novo licenciamento, para ter estes mesmos 2 servidores seria necessário adquirir 10 licenças Standard, ou 6 licenças Enterprise Plus, um acréscimo de no mínimo 150% nos custos de licenciamento.

É por isso que não entendo, ou melhor, não concordo com o efeito que a mudança causa nos clientes atuais, especialmente aqueles que estão com suas licenças recém adquiridas, e com garantia de upgrade, aliás uma garantia que não está sendo honrada por conta da mudança, já que a nova licença implica restrições no uso de memória ou custos adicionais para clientes que possuam recursos além dos limites mencionados anteriormente, como pudemos ver no exemplo.

Assim, acredito que a VMware acaba de criar uma excelente oportunidade para a concorrência, que pode "investir pesado" aproveitando a insatisfação dos clientes que se sentirem lesados pela medida. Felizmente, no caso da instituição em que trabalho, e de muitos outros clientes, acredito, os limites de memória impostos não representam uma restrição significativa.

Afinal, o que a mudança significa na prática ?

Vamos analisar um trecho do documento de licenciamento da VMware:

 

vRAM Entitlement

We have introduced vRAM, a transferable, virtualization-based entitlement to offer customers the greatest flexibility for vSphere configuration and usage. vRAM is defined as the virtual memory configured to virtual machines. When a virtual machine is created, it is configured with a certain amount of virtual memory (vRAM) available to the virtual machine. Depending on the edition, each vSphere 5.0-CPU license provides a certain vRAM capacity entitlement. When the virtual machine is powered on, the vRAM configured for that virtual machine counts against the total vRAM entitled to the user. There are no restrictions on how vRAM capacity can be distributed among virtual machines: a customer can configure many small virtual machines or one large virtual machine. The entitled vRAM is a fungible resource configured to meet customer workload requirements. 

Pooled vRAM Capacity 

An important feature of the new licensing model is the concept of pooling the vRAM capacity entitlements for all processor licenses. The vRAM entitlements of vSphere CPU licenses are pooled—that is, aggregated—across all CPU licenses managed by a VMware vCenter instance (or multiple linked VMware vCenter instances) to form a total available vRAM capacity (pooled vRAM capacity). If workloads on one server are not using their full vRAM entitlement, the excess capacity can be used by other virtual machines within the VMware vCenter instance. At any given point in time, the vRAM capacity consumed by all powered-on virtual machines within a pool must be equal or lower than the pooled vRAM capacity.

 

 Aqui precisamos considerar algumas questões importantes, a partir dos trechos em destaque:

  1. No primeiro trecho, a VMware indica que a memória configurada para uma máquina virtual conta para efeito de limitação;
  2. Entretanto, a restrição só é válida a partir do momento em que a máquina virtual é ligada. Isto permite a flexibilidade de ter um conjunto de máquinas virtuais cujos recursos combinados ultrapassem os limites, desde que todas as máquinas não sejam ligadas simultaneamente;
  3. No segundo trecho, a VMware indica que a limitação vale para o Pool, ou seja, para o conjunto de licenças, o que permite, por exemplo, ter hosts com diferentes capacidades de memória, e aproveitar a memória "sobrando" de um para compensar a "falta" no outro. Isto tem uma implicação importante na preservação dos investimentos dos clientes, pois os servidores já adquiridos com quantidade de memória inferior ao limite da licença podem ser "compensados" com a aquisição de novos servidores com maior quantidade de memória;
  4. Por fim, a VMware indica que o total de memória RAM consumida pelas máquinas virtuais deve ser menor ou igual ao limite da licença, o que conflita com a afirmação anterior, na medida em que consumida é diferente de configurada, especialmente se considerarmos os recursos de overcommitment da solução, que permitem compartilhar memória entre máquinas virtuais e utilizar menos recursos do que o configurado. Fica, portanto, a dúvida: vale a memória consumida ou configurada ?

Conclusão

Evidentemente, a medida tomada pela VMware deve desagradar bastante gente, mas isso é o mercado, e já vimos muitas outras empresas tomarem medidas semelhantes (não é, Microsoft ?) e causar o mesmo tipo de reação antes. Faz parte.

O que os clientes da VMware querem é entender claramente como a mudança impacta no seu ambiente, para se preparar adequadamente para o upgrade, ou avaliar a possibilidade de migrar para outra solução do mercado, conforme o caso.

Quero deixar aqui uma dica que acredito possa ser útil a quem pretender usar a nova versão da suite vSphere. Quando for adquirir servidores para virtualizar, faça a seguinte continha, bem simples: para cada processador, associe 24, 32 ou 48 GB de RAM, conforme a licença que possua ou pretenda comprar. Desta forma você garante que vai poder utilizar todos os recursos do equipamento. É claro que podem haver exceções, caso queira preservar os servidores atuais, por exemplo, ou expandir o ambiente em crescimento, mas esta lógica, acredito, é a forma mais simples de não errar ao licenciar a nova versão do VMware.

Estou à disposição caso queiram usar os comentários para opinar ou tirar dúvidas sobre o assunto.

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quarta-feira, 13 de julho de 2011

A "reformulação" da lei de Moore

Em mais um texto interessantíssimo, o Storage Mojo traz uma reflexão muito pertinente ao momento em que vivemos em termos de evolução computacional.

Ele mostra que, apesar de continuar valendo "ao pé da letra", ou seja, continua mantida a escrita de dobrar a quantidade de transistores num mesmo chip a cada 18 meses aproximadamente, mas isso não significa dobrar o desempenho do sistema. Não mais. Isto porque chegamos a um limite tecnológico no que diz respeito ao aumento na velocidade dos processadores. É fácil notar como a "corrida pelos gigahertz" deixou de ser assunto rotineiro na mídia especializada. Hoje o foco está em outros aspectos.

 

O Robin pontua ainda que 256 bits é o tamanho máximo de palavra/registrador utilizável de forma prática, e que aumentar o cache do processador também esbarra em limites que reduzem os ganhos de desempenho.

Assim, segundo ele, sendo possível colocar mais transistores, mas não sendo possível aumentar o clock do processador na mesma proporção, foi necessário pensar em outras possibilidades. E a mais natural delas foi aumentar a quantidade de processadores num chip, fazendo surgirem os multi-cores que já são commodity hoje. Problema resolvido, certo ? Errado!

A simples adição de mais núcleos não garante mais desempenho, por uma razão muito simples: as aplicações não estavam (e ainda não estão) preparadas para lidar com vários núcleos, exceto em casos específicos. Isso significa que, na prática, o ganho de desempenho que uma máquina com dois ou três núcleos oferece sobre uma "monocore" são relativamente reduzidos, e definitivamente não correspondem ao dobro ou triplo do desempenho, como seria desejável.

Diante deste cenário, observamos, segundo ele, uma mudança na estratégia comercial das empresas, que precisam vender seus produtos e que não podem mais usar o aumento de desempenho como chamariz, ao menos não como faziam antes. Assim, houve um deslocamento do foco para outras características, como consumo de energia, redução do tamanho dos equipamentos e do seu custo.

Entendo que é preciso investir nas aplicações, que devem fazer uso mais efetivo dos recursos de hardware abundantes que hoje dispomos. Pensar que temos hoje no smartphone a mesma capacidade de processamento e armazenamento que um computador de 2, 3 anos atrás, mas que as aplicações continuam limitadas e de certa forma "burras", é frustrante.

Os fornecedores lançam suas aplicações cada vez mais cedo, o conceito de aplicação "pronta" é cada vez mais relativo, e passamos de usuários a beta-testers sem perceber.

Do ponto de vista da infraestrutura, acredito que seja a área que tira maior proveito dos múltiplos núcleos, graças a tecnologias como virtualização e, mais recentemente, a nuvem, fazendo uso otimizado dos recursos de hardware e garantindo a otimização dos investimentos em hardware nas empresas.

Esta infraestrutura otimizada permite inclusive que empresas mantenham seu modus operandi, mantendo um modelo de desenvolvimento tradicional e retardando a mudança de paradigma necessária para criar aplicações mais eficientes e inteligentes no uso do hardware disponível atualmente.

Netbooks, tablets e smartphones ainda precisam de aplicações otimizadas para suas características, no meu entendimento. Sistemas operacionais, frameworks e aplicativos precisam evoluir para viabilizar uma experiência melhor de uso da tecnologia pelas pessoas.

E você, o que pensa de tudo isso ?

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