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segunda-feira, 12 de maio de 2014

Infográfico: ciclo de vida do serviço #ITIL

Encontrei este infográfico que resume as principais características do ITIL e as cinco fases do ciclo de vida do serviço: Estratégia, Desenho, Transição, Operação e Melhoria Contínua.

O infográfico está estruturado em torno das perguntas mais comuns que devem ser respondidas em cada fase do ciclo, como "Quem é nosso cliente ?" e "Temos condições de operar neste espaço de mercado ?" (Estratégia), "Quais os requisitos operacionais do serviço ?" e "Quais as medidas que nos indicarão o sucesso ou não do serviço ?" (Desneho), ou ainda "Quais os riscos associados com a implantação deste serviço em produção ?" (Transição) e "Como podemos validar que o serviço fornece o valor conforme planejado ?" (Operação).

Pra quem se prepara para a certificação ITIL 2011, é mais um recurso para seu arsenal de informações valiosas que podem fazer a diferença na hora da prova.

Ciclo de Vida do Serviço ITIL

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

#ITSM/#ITIL: Suas métricas contam uma história ?



Conheci o The ITSM Review há pouco tempo (infelizmente!), e descobri artigos incrivelmente incríveis lá, sobre governança, ITIL, ITSM, naturalmente. Aguardem, pois este primeiro artigo que traduzo e compartilho é só o começo. Tem muita coisa interessante!

Mas vamos lá. Este excelente artigo do Dan Kane mostra a importância de fazer com que os números contem uma história, e que ela seja convincente. Vejamos.

Suas métricas contam uma história ?

Suas métricas contam uma história? Não? Não admira que ninguém leia.
A frase acima foi um tweet que enviei há algumas semanas, e teve alguma ressonância. Eu sei que durante os meus dias de praticante (ITIL), eu perdi muitas oportunidades de contar uma história convincente. Eu queria que todos entendessem a mensagem que eu estava tentando comunicar, e não conseguia descobrir por que minhas métricas não estavam sendo postas em prática. Eu tinha conhecimento em comunicação antes de entrar na área de TI, então eu deveria saber disso.

Fatos não são o único tipo de dado

Eu tenho blogado sobre métricas. Em "Mentiras, mentiras deslavadas e estatísticas: 7 maneiras de melhorar a recepção dos seus dados" eu compartilhei uma história sobre como minhas métricas se extraviaram. Eu estava tentando construir um argumento para reforçar a minha perspectiva sobre uma importante decisão de gestão. No que se tornou uma reunião bastante "acirrada", me peguei a dizer pelo menos três vezes: "os dados mostram ...". Por que isso não teve ressonância? Por que eu estava repetindo a mesma mensagem e esperando um resultado diferente?

Leia o artigo para ver como resolvido. A resposta curta: eu perdi.

Eu adoraria viver em um mundo onde apenas dados factuais e objetivos fossem considerados na tomada de decisões ou para influenciar outros, mas temos de reconhecer duas realidades importantes:
  1. Outros tipos de dados, especialmente observações pessoais históricas e que muitas vezes criam preconceitos, são mais poderosos do que os dados objetivos poderão ser um dia.
  2. Seus dados factuais "objetivos" podem na verdade reduzir a sua credibilidade, se forem inconsistentes com as observações pessoais do ouvinte. À medida que a era da informação se move desde a infância até a adolescência, confiamos cada vez menos em números, não mais.
Assim, dar razões para mudar a mente de alguém não é apenas ineficaz, mas também pode piorar as coisas. Pesquisas em psicologia indicam que o fornecimento de dados para mudar a opinião pode cimentar a opinião contrária mais profundamente do que antes.

Informações, precisas ou não, podem ser encontradas para suportar qualquer perspectiva. Por que eu deveria confiar nos seus dados mais do que nos dados que eu já tenho? Leia a seção de comentários de qualquer notícia sobre um assunto controverso. Quantas mentes foram mudadas?

Precisamos de uma razão para cuidar

Por que eu deveria prestar atenção, agir ou reagir em relação a suas métricas, se não há nenhuma razão convincente para fazê-lo? Temos que dar ao nosso público uma razão para cuidar. Queremos que o público das métricas de ITSM façam algo como resultado das métricas. As métricas devem contar uma história que seja interessante para o seu público-alvo.

Vejamos uma métrica bastante comum: mudanças que resultam em incidentes. Frequentemente olhamos para o percentual de mudanças que geraram grandes incidentes (ou quaisquer incidentes). Sozinha, o que essa métrica diz? Talvez ela mostre uma tendência de aumento ou redução do percentual ao longo do tempo. Ainda assim, que ação ou decisão deve ser tomada com base nos dados? Sem contexto, podemos olhar para várias respostas:

Coordenador do Service Desk: "As mudanças estão sendo feitas sem análise e testes apropriados".
Gerente de Desenvolvimento: "Precisamos descobrir por que o service desk está criando tantos incidentes."
Diretor de Operações de TI: "Quem é responsável por isso?"
CIO: "zzzzzzzz"

Quem tem a resposta apropriada? O CIO é claro (e não apenas porque ela é chefe)! A realidade é que a métrica não significa nada. O que é um pouco triste, realmente, uma vez que há uma questão a ser tratada.

Talvez o CIO inicie algum tipo de ação, mas não até que ela ouça uma história convincente para acompanhar a métrica. Se a métrica em si não contar a história, as decisões serão tomadas com base na anedota mais convincente, seja ou não suportado pela métrica.

Métricas precisam contar uma história

Em um novo trabalho há cerca de 15 anos atrás, eu herdei um relatório que tinha versões semanais (internas de TI) e mensais (liderança corporativa). Como o relatório estava sendo executado, eu assumi que deveria ser útil e utilizado. O relatório consistia das métricas de ITSM padrão:
  • Número de chamadas abriu no mês passado contra histórico;
  • Taxa de resposta a incidentes por equipe e prioridade;
  • Taxa de resolução de incidentes por equipe e prioridade;
  • Maior volume de incidentes por serviço;
  • etc.
No entanto, depois de alguns meses eu percebi que ninguém prestava atenção nestes relatórios, o que me surpreendeu. De acordo com o ITIL, todos são bons indicadores para relatar. Eu vi coisas úteis nos dados, e ainda fiz alguns ajustes para apoiar as operações. No entanto, meus ajustes foram limitados em escopo e as melhorias que eu vi inicialmente não se sustentaram e todos simplesmente voltaram para os "velhos hábitos". A equipe de Help Desk relatou uma melhoria sustentada e significativa em sua taxa de resolução no primeiro contato, mas todas as outras áreas não viram nada além de modestas melhorias ao longo do tempo.

O fato é que os relatórios não contavam uma história convincente. Havia outros fatores também, mas olhando para trás agora eu posso ver que a falta de uma história convincente para as métricas nos impediu de alcançar a transformação que estávamos procurando.

Assim, as métricas precisam contar uma história, mas como?

A abordagem tradicional ITSM para apresentação de dados faz um trabalho pobre em mudar mentes ou dirigir a ação, e isso pode fortalecer perspectivas opostas. Você pode pensar em um exemplo onde apresentar números direcionou uma decisão importante? Provavelmente, os números tiveram uma narrativa que foi convincente para o tomador de decisão. Poderia ser algo como: "nosso custo de licenciamento vai diminuir em 25% ao longo dos próximos três anos, e 10% a cada ano depois". Isso seria uma história muito convincente para um CFO.

Muito bom o texto, não ? Eu gostei muito, e identifiquei experiências semelhantes que passei. Deixe suas impressões aqui, agora :)


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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

5 ferramentas livres para apoiar projetos de Governança de TI (ITIL)




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Já fizemos e refizemos, há alguns anos, levantamento de soluções baseadas em software livre que estão disponíveis para quem pretende encarar o desafio de implementar o ITIL.

Desta vez resolvi não apenas atualizar o levantamento, mas reorganizar o mesmo de forma a tornar as informações ainda mais úteis para facilitar a escolha da ferramenta mais adequada ao processo de implantação da governança de TI.

Iniciando a governança: Gerenciamento de Incidentes, Problemas, Mudanças e Nível de Serviço

É fácil encontrar ferramentas que atendam a alguns processos críticos da governança de TI, entre eles o Gerenciamento de Incidentes, Problemas e Nível de Serviço. Para o Gerenciamento de Mudanças, a coisa dificulta um pouco, mas é possível encontrar boas opções. GLPI e OTRS são duas das soluções que atendem aos processos citados.

Organizando a Central de Serviços

Com estes processos iniciais estabelecidos, dá pra começar a pensar em Service Desk, a Central de Serviços, em torno da qual se constrói a organização dos processos da governança de TI. A Central de Serviços garante um ponto único de contato (SPOC) entre TI e negócio, algo fundamental para que se estabeleça o controle efetivo e a gestão das demandas que chegam à TI.

Pode-se notar uma infinidade de soluções para gestão de chamados, denominação comum antigamente e que perdura até hoje em muitas ferramentas, especialmente as que não se adequaram à nomenclatura do ITIL, na maioria das vezes ficando pra trás em termos de utilidade prática para apoiar projetos de governança de TI.

Por isso, vou focar aqui nas soluções que se mantiveram atualizadas e que, mesmo não adotando de forma completa o "dialeto ITIL", oferecem muitos recursos úteis para apoiar o gerenciamento dos serviços de TI. Vou também considerar algumas soluções com boas referências (do Google :).

CMDB

CMDB é outro componente crítico para a implantação da governança de TI, na medida em que permite o controle e relacionamento entre os itens de configuração e ativos da TI que são fundamentais para a oferta de serviços ao negócio.

Entretanto, nesta área há escassez de ferramentas livres que atuem de forma completa, permitindo o cadastro dos ICs, de seus atributos, suas relações, e ainda oferecendo a visualização destes elementos em diversos níveis de abstração e com focos diversos tais como mudanças, disponibilidade e conhecimento.

Assim, o que temos aqui são soluções que permitem o cadastramento de ICs, atributos e relações, com limitações de visualização, relatórios e, principalmente, automação, requerendo, na maioria das vezes, a importação dos dados a partir de uma base de dados de inventário fornecida por outra ferramenta.

A integração entre GLPI e OCS é uma exceção a ser destacada, embora ainda não ofereça um CMDB completo. Mas pode ser uma boa opção pra pequenas e médias empresas.

As ferramentas

No quadro a seguir, tentei associar as ferramentas aos processos e características mais destacadas do ITIL, considerando as soluções que julguei mais úteis para apoiar projetos de implantação de governança de TI.

FerramentaMaturidadeProcessos SuportadosCentral de Serviços*Idioma (BR)Observações
OTRS - Open Technology Real ServicesAlta (OTRS - 2001, ITSM - 2008)Ger. Incidentes, Requisição, Problemas, Conhecimento, Configuração, Mudanças, Catálogo, Nível de ServiçoSimSimA solução mais madura que tive conhecimento.
GLPI - Gestionnaire libre de parc informatiqueAlta (2003)Ger. Incidentes, Requisição, Problemas, Conhecimento, Configuração, Nível de Serviço, Fornecedores, FinanceiroSimSimSolução robusta e muito bem avaliada pelos usuários, evoluindo rapidamente, integra com ferramentas de inventário como OCS e Fusion Inventory.
iTop - IT Operational PortalBaixa (2010)Ger. Incidentes, Requisição, Problemas, Configuração, Nível de ServiçoSimNãoSolução simples mas em evolução. Tem potencial.
Integria IMSMédia (2008)Ger. Incidentes, Requisição, Problemas, Configuração, Nível de ServiçoSimNãoSuporte limitado aos processos do ITIL. Traz recursos de Gerenciamento de Projetos, CRM e Wiki integrados.
Open Source IT Service ManagementGer. Incidentes, Requisição, Problemas, Conhecimento, Configuração, Mudanças, Catálogo, Nível de ServiçoBaixa (2010) - vide observaçõesSimParcialÉ na verdade uma suite que pretende integrar muitas soluções livres reconhecidas no mercado, entre elas nagios, ocs inventory ng, otrs, zabbix, i-doit, itop, e muitas outras.
Estas são as soluções que me pareceram mais robustas, maduras e promissoras. Para mais detalhes sobre ferramentas específicas como o i-doit (CMDB) ou Osmius (monitoramento), consulte os levantamentos anteriores.

* o item Central de Serviços indica se a ferramenta possui as características necessárias para fornecer controle de chamados e solicitações, acompanhamento de demandas e comunicação por e-mail entre a equipe de suporte de TI e os usuários, além de recursos como escalonamento de demandas para níveis especializados de suporte, controle de prioridade e outros comumente usados em estruturas de Service Desk.

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sábado, 18 de agosto de 2012

#ITIL 2011: vídeos que vale a pena conferir!




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ITIL 2011 em 15 minutos

ITIL 2011: Estratégia do Serviço

ITIL 2011: Desenho do Serviço

ITIL 2011: Transição do Serviço

ITIL 2011: Operação do Serviço

ITIL 2011: Melhoria Contínua do Serviço


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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Dicas para certificação #ITIL 2011




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Compartilho aqui com vocês uma coletânea de links sobre ITIL 2011. São apresentações, notas, resumos e documentos que trazem informações resumidas ou detalhadas sobre a recente atualização da biblioteca de gerenciamento de serviços de TI conhecida como ITIL 2011 ou ITIL 3.1. Assim que conseguir analisar todos os documentos, trago informações mais específicas detalhando melhor a atualização. Espero que seja útil.
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    sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

    Certificação #ITIL 2011: veja se você está por dentro das mudanças!




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    O The Art of Service, já citado algumas vezes aqui no blog por fornecer informações de qualidade sobre ITIL, oferece um quiz sobre as mudanças decorrentes da atualização do ITIL denominada ITIL 2011. É só conferir.

    quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

    Certificação: A lista oficial dos processos do #ITIL 2011




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    A questão da quantidade de processos do ITIL é realmente uma questão boba, mas que é recorrente, e por isso me inspirei no texto da Global Knowledge Trainning para trazer a lista oficial de processos, já contemplando os novos nomes da atualização do ITIL ocorrida em 2011. Vamos a ela!

    Estratégia do Serviço
    • Gerenciamento de Estratégia para Serviços de TI
    • Gerenciamento de Demanda
    • Gerenciamento do Portfólio de Serviços
    • Gestão do Relacionamento com o Negócio
    • Gerenciamento Financeiro para Serviços de TI
    Desenho do Serviço
    • Coordenação do Desenho
    • Gerenciamento do Catálogo de Serviços
    • Gerenciamento de Nível de Serviço
    • Gerenciamento de Fornecedores
    • Gerenciamento de Disponibilidade
    • Gerenciamento de Capacidade
    • Gerenciamento de Continuidade de Serviços de TI
    • Gerenciamento de Segurança da Informação
    Transição do Serviço
    • Planejamento e Suporte à Transição
    • Gerenciamento de Configuração e Ativos de Serviço
    • Gerenciamento de Mudanças
    • Avaliação de Mudanças
    • Gerenciamento de Liberação e Implantação
    • Validação e Teste de Serviço
    • Gerenciamento de Conhecimento
    Operação do Serviço
    • Gerenciamento de Eventos
    • Gerenciamento de Incidentes
    • Gerenciamento de Problemas
    • Cumprimento de Requisição
    • Gerenciamento de Acesso
    Melhoria Contínua
    • Processo de Melhoria em Sete Etapas
    Como podem ver, pouca coisa mudou, especialmente nas fases de Transição, Operação e Melhoria Contínua, que talvez sejam as mais "bem resolvidas", diferentemente das fases de Estratégia e Desenho, das quais a maioria das empresas sequer vislumbrou a possibilidade de implementar processos.

    Obs: como ainda não há uma tradução oficial dos livros disponível, os termos abaixo podem não coincidir com os oficiais, quando houverem.

    quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

    Certificação: simulado #ITIL 2011




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    Como já falamos aqui, a certificação ITIL vai mudar a partir de janeiro, por isso aos que querem se preparar desde já, encontrei um simulado com 200 questões no 4shared. Façam uso por sua conta e risco, pelo que vi não muda muita coisa, mas é bom ficar ligado, até porque não tenho como comprovar a confiabilidade do simulado. O simulado está em inglês.

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