quarta-feira, 18 de novembro de 2009

TI Verde: os supercomputadores mais eficientes

O The Green 500 traz uma lista dos computadores mais eficientes em termos de consumo de energia, e portanto os mais "saudáveis" em termos ambientais. O primeiro da lista divulgada em junho deste ano é apenas o número 422 na lista Top 500, e o 2º e 3º lugares  estão nas posições 61 e 62, respectivamente. Já o 1º da lista Top 500 está em 4º na lista "verde", o que indica que não é tão complicado conciliar eficiência no consumo de energia e poder de processamento.
O site traz ainda outras listas interessantes, a Little Green500, Open Green500 e HPCC Green500. A primeira trata de equipamentos tão poderosos quanto o 500º da lista Top500 de 1 ano e meio antes, servindo de guia para empresas que precisam de computadores poderosos mas não tanto quanto os Top500 atuais. A segunda é, na definição deles, uma "lista exploratória que permite algoritmos de precisão mista e hardware novo competir". A idéia é estimular a inovação. E a terceira aplica um benchmark alternativo ao "FLOPS-per-Watt", o High Performance Computing Challenge, para media a eficiência do equipamento.

O melhor browser para navegar no celular/smartphone

A CNet testou os browsers para celulares mais conhecidos do mercado: Skyfire (Windows Mobile, Symbian S60), Opera Mobile (Windows Mobile, Symbian S60), Fennec (Windows Mobile, Maemo), Safari (iPhone), Internet Explorer (Windows Mobile) e BlackBerry browser (BlackBerry). Os resultados você confere abaixo, mas vale a pena ver os detalhes no link.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O dilema entre o corporativo e o pessoal

O Service Catalog cita um texto do The Wall Street Journal que faz uma reflexão muito interessante sobre o cenário atual das empresas em relação ao uso da tecnologia, e mostra que o modelo de controle utilizado pela maioria resulta em uma situação em que as pessoas ficam restritas a um ambiente "obsoleto" dentro da empresa, enquanto têm acesso a serviços que poderia ser muito úteis inclusive para o trabalho quando estão em casa.
A solução pode ser a utilização de tecnologias como a virtualização para garantir um ambiente padronizado para trabalho, sem restringir a utilização de tecnologias interessantes mas proibidas no ambiente da empresa.
A proposta se baseia no fato de que as pessoas têm acesso às novas tecnologias primeiro em suas casas, enquanto as empresas levam tempo para começar a utilizá-las, e portanto os usuários precisam de mais liberdade para escolher a tecnologia que mais facilita o seu trabalho.
Esta abordagem aumentaria a produtividade dos funcionários, mas há que se considerar o "jeitinho brasileiro", por isso não sei até que ponto este tipo de abordagem funcionaria aqui. De todo modo, vale a pena ampliar a discussão sobre o tema. Empresas como Google e Microsoft são conhecidas por adotar uma abordagem bastante flexível quanto ao que pode ser utilizado (e feito!) no ambiente de trabalho. Talvez este seja o caminho. O texto é muito interessante, recomendo a leitura.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Google Wave, primeiras impressões

Recebi semana passada meu convite para o Google Wave e ainda estou me familiarizando com o bicho, mas já foi possível tirar algumas conclusões:
  • O Wave não é um cliente de e-mail, portanto não leve seus hábitos do e-mail para o Wave, embora haja quem queira integrar o GMail e o Wave, o que até acho interessante, mas são coisas diferentes;
  • O Wave não é um leitor RSS, embora possa se tornar uma excelente fonte de informação;
  • O Wave inclui um cliente IM, mas considerá-lo apenas isso seria subutilizá-lo;
  • O Wave é, acima de tudo, uma ferramenta de colaboração, por isso pense nas possibilidades de uso colaborativo da solução, seja criar um documento a N mãos, fazer uma reunião ou as duas coisas juntas;
  • Faça algumas buscas, especialmente nas ondas públicas, basta digitar with:public no campo de pesquisa. Há muita coisa interessante por lá, principalmente sobre o próprio Wave, já que nesse momento as pessoas querem entender como o serviço funciona. Vale destacar uma onda chamada "iGoogle Gadgets that work inside Wave", que traz o que o nome sugere, ou seja, gadgets da Google que funcionam dentro de uma onda, desde horóscopo até um player de vídeos do Hulu. E outra onda que merece atenção é a "Wave Guide: Wave's Greatest Hits", que traz links para as informações mais básicas sobre o serviço, desde como criar um link para uma onda até como incluir o Wave no seu blog.
Por enquanto é isso, espero que tenha sido útil. Quem quiser convites para o Google Wave, pode tentar aqui ou aqui. Outra leitura bem interessante é sobre Casos de uso do Google Wave, do Lifehacker.

Wii será ultrapassado pela concorrência ?

Sou fã do Wii, isso muita gente já sabe, e grande parte da minha admiração por este console, e pela Nintendo, claro, se deve à quebra de paradigma que o Wii proporcionou, na medida em que muda a forma como o jogador interage com os jogos, tornando o processo muito mais natural. Pena que é bem possível que o Wii fique pra trás com os próximos lançamentos, especialmente com o projeto Natal da Microsoft, que agrega a interação do usuário com o poder de processamento da console, algo que, até o momento, o Wii não possui. Todo mundo que já experimentou jogar nele sabe que os gráficos são pobres em relação aos outros consoles, pois o foco não é na qualidade gráfica, mas na interatividade. O fato é que isso vai ter que mudar, se a Nintendo quiser continuar com cerca de metade das vendas de consoles. Não basta tornar os jogos uma coisa mais saudável, é preciso elevar ainda mais o nível. A concorrência está chegando forte!

Busca em tempo real com o TwitRadar

A busca em tempo real é a onda do momento, e o sucesso do Twitter é reflexo disso, não há a menor dúvida. Mas eu sempre achei a função de busca do Twitter fraca, talvez seja essa a idéia, sei lá. Com essa coisa de API aberta, os serviços estão cada vez mais "micro", deixa que o "povo" desenvolve as extensões, plugins e penduricalhos diversos para fazer o que o serviço nativo não faz. E a coisa funciona!
O TwitRadar é um exemplo deste modelo, facilmente percebido na maior parte dos serviços usados atualmente, seja o Facebook, Orkut, Twitter ou o recém lançado Google Wave. O fato é que o TwitRadar faz o que o Twitter deveria fazer, ou seja, busca em tempo real com uma interface amigável e útil. Como o nome sugere, o visual do serviço é um radar, que ao digitar um termo a ser pesquisado, registra os "pontos" relativos aos resultados, basta clicar no ponto para ver o "twit". Vale a pena conferir. Via UOL Tecnologia.

Rapidinhas